Nasceu e cresceu em Nuremberga no Sul da Alemanha. Fez a sua licenciatura em Estudos de Cultura e dos Media na Universidade de Düsseldorf, com um foco em questões de representação em fotografia e cinema. Em 2011 veio para Lisboa onde tirou o Mestrado em Estudos de Cultura com uma tese sobre o documentário 48 de Susana de Sousa Dias. Desde 2015 trabalha na programação cultural do Goethe-Institut Portugal, com um foco na programação e produção de eventos relacionados com a sétima arte, entre os quais a Mostra KINO. Desde setembro deste ano, é responsável pela revista digital do mesmo instituto.

Formado em Direito e em Cinema, com doutoramento em Ciências da Comunicação. É membro fundador e editor do site de cinema À Pala de Walsh e mantém desde 2009 o seu blogue pessoal Ordet. Colabora com a associação Filhos de Lumière, em vários projectos europeus na área do cinema e pedagogia.

Vasco Baptista Marques

Presente em Viveiro

Crítico de cinema residente do semanário Expresso desde 2004, tendo de então a esta parte colaborado com diversas publicações, festivais e prémios na área do cinema. É também doutorado em filosofia e membro do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa.

Cineasta nascido no Porto em 1976 onde estudou química, música e medicina. Acabou por se licenciar em Realização Cinematográfica pela ESTC, em Lisboa. Tem acumulado a realizado de documentários, com a área da montagem, tendo trabalhado com realizadores como Pedro Costa, Margarida Cardoso, Miguel Gomes, Manuel Mozos, Sérgio Tréfaut, Catherine Breillat, entre muitos outros. O Close-up mostrará três dos seus documentários e uma carta branca.

Black Bombaim e Luís Fernandes

Presente em A Idade de Ouro

Colectivo nascido do efervescente movimento de novas bandas saída de Barcelos nos finais de 90, os Black Bombaim são hoje um claro caso de sucesso e de culto. Donos daquele que é, provavelmente, o mais fascinante psych rock com fonte nacional, editaram sete discos ao longo da sua carreira, à qual juntam uma mão cheia de colaborações na composição de música e espectáculos que cruzam a cruzam com outras áreas artísticas. A destacar, o disco editado com o referencial Peter Brotzman, o trabalho com La La La Ressonance, o cine-concerto (agora também editado em disco) com a colaboração do percussionista João Pais Filipe e o trabalho colaborativo com Jonathan Saldanha, Pedro Augusto e Luís Fernandes.

Músico, artista sonoro e programador cultural, Luís Fernandes é fundador da banda peixe : avião e tem mantido trabalho a solo e como colaborador de múltiplos projetos. Nos últimos anos, assinala-se o seu duo com a pianista Joana Gama, com o qual editou 4 discos, colaborou com Ricardo Jacinto, José Alberto Gomes, Drumming GP, Orquestra Metropolitana e a Orquestra de Guimarães. Compõe música para cinema e instalações, com apresentações nos Festivais de Cannes, Locarno ou Triennale di Milano.

Desde 2014, foram três os encontros entre Luís Fernandes e os Black Bombaim. O que começou com uma colaboração num dos temas de Far Out, terceiro disco do colectivo de Barcelos, evoluiu para a construção e gravação do disco conjunto que dividiram com La la La Ressonance e para o álbum colaborativo editado via Lovers & Lollypops em 2019, ao lado de dois outros produtores nortenhos. Ao quarto encontro, a banda e o músico darão uma nova vida a L'Age d'Or, filme do mestre espanhol Luis Buñuel, num cine-concerto a ser apresentado em estreia na Casa das Artes de Famalicão.

Pedro Mexia

Presente em Ele

Poeta, crítico e cronista. Subdirector e director interino da Cinemateca Portuguesa (2008-2010). Licenciado em Direito pela Universidade Católica Portuguesa.

Inês Lourenço

Presente em Ele

É crítica de cinema do jornal Diário de Notícias, autora da rubrica semanal “A Grande Ilusão” e da série de programas “Afinidades Electivas – Encontros do Cinema com a Literatura”, ambas na rádio Antena 2. É também colaboradora na publicação online Metropolis e do site especializado À pala de Walsh. Foi jornalista do programa Câmara Clara, da RTP2, e estagiou no núcleo de programação da Cinemateca Portuguesa. Tem textos publicados nos livros Paulo Rocha – As Folhas da Cinemateca (edição Cinemateca) e O Cinema Não Morreu: Crítica e Cinefilia À pala de Walsh (Linha de Sombra).

Isaque Ferreira

É uma das vozes mais assíduas nas ”Quintas de Leitura” do Teatro do Campo Alegre, no Porto. Coordena diversas propostas em que a poesia assume papel cimeiro, destacando-se os ”Ciclos de Música e Poesia” da Fundação Cupertino de Miranda e “três vozes transeuntes nas ruas da poesia” para o Correntes d’ Escritas, na Póvoa de Varzim”. É programador do ”REALIZAR:poesia”, evento anual de atitudes poéticas, em Paredes de Coura.

Vasco Câmara

Licenciado pela Faculdade de Direito de Lisboa. Crítico de cinema do Jornal Publico e editor do suplemento Ipsilon.

Hugo Gomes

Presente em Os Miseráveis

Crítico e jornalista freelance registado na OFCS (Online Film Critics Society), sediada nos EUA. Escreve para vários meios comos os sites C7nema e Cinema7ªArte, o portal Sapo e a revista Metrópolis, tendo já colaborado para a publicação oficial da NISI MASA – European Network of Young Cinema (Nisimazine) em 2014. Possui um blog desde 2007 denominado de Cinematograficamente Falando …

João Maia

Presente em Variações

Realizador e argumentista. Nasceu em Lisboa e completou a licenciatura em Matemáticas Aplicadas em 1990 na Universidade Autónoma de Lisboa. Em 1993 completou o curso de cinema da New York Film Academy. Realizou e escreveu a curta metragem O Prego que esteve em competição na Semana da Critica do Festival de Cannes em 1997. Foi realizador de publicidades, video-clips, programas de televisão e telefilmes. Variações é a sua primeira longa-metragem para cinema.

João Araújo

Presente em Bacurau

Editor do site de cinema à pala de Walsh, integra as equipas de selecção e programação do Curtas de Vila do Conde e do Porto Post Doc.

Paulo Mendes

Presente em O Anjo Exterminador

Artista plástico de formação, comissário de exposições e produtor de projectos culturais. Fundador e membro da direcção da Plano Geométrico, associação cultural. Apresenta o seu trabalho individualmente e em colectivo desde o início da década de 90, tendo participado e comissariado numerosas exposições, independentes e institucionais. O seu trabalho caracteriza-se pela contaminação entre as várias disciplinas – o cinema, o design, a arquitectura, a música, o teatro a dança –, e pela diversidade de meios de suporte que cada projecto determina – a pintura, o desenho, a fotografia, o vídeo, a instalação e a performance.

António Olaio

Presente em O Anjo Exterminador

Artista plástico, professor auxiliar no Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. Exposições individuais em Coimbra, Lisboa, Porto, Guimarães, Mallorca, Nova Iorque, Berlim, Frankfurt. Enquanto investigador explora as potencialidades conceptuais da arte enquanto objecto e instrumento de reflexão, nomeadamente nas relações entre o indivíduo e o espaço, entre a experiência plástica e a arquitectura.

João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata

João Pedro Rodrigues: Formado na Escola Superior de Teatro e Cinema. A sua primeira longa, O Fantasma, percorreu vários festivais, assim como os seguintes Odete e Morrer Como Um Homem. Venceu o prémio de Realização em Locarno com O Ornitólogo. Em 2016, o Centro Pompidou de Paris dedicou-lhe uma Retrospectiva Completa e Instalação, em conjunto com João Rui Guerra da Mata.

João Rui Guerra da Mata: Nasceu em Lourenço Marques, Moçambique. Passou os seus anos formativos em Macau, na China. Estudou e trabalhou em Design Gráfico e Tipografia em Lisboa. Trabalha em cinema desde 1995 em direcção artística, como actor, assistente de realização, argumentista e realizador. Em 2012 realizou a sua primeira curta-metragem a solo, O Que Arde Cura, premiada na competição do Festival Internacional de Cinema de Locarno. Co-realizou várias curtas e a longa A Última Vez Que Vi Macau (2012) com o seu companheiro e colaborador artístico habitual, João Pedro Rodrigues. Também trabalhou como argumentista em várias longas e curtas, sendo a última, O Ornitólogo (2016), realizada por Rodrigues.

Nuno Sena

Presente em Os Inúteis

Licenciado em Comunicação Social na Universidade Nova de Lisboa. Foi director e programador do Indie Lisboa de 2004 a 2019 e do Doc Lisboa entre 2004 e 2006. Foi programador da Cinemateca Portuguesa entre 1998 e 2003, funções a que regressou recentemente.

Elsa Mendes

Presente em O Grande Ditador

Coordenadora do Plano Nacional de Cinema. Doutoramento em Estudos de Literatura e de Cultura pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Paulo Abreu

Presente em Alis Ubbo

Nasceu em 1964, Lisboa. Curso de vídeo do IADE 1986. Participou em várias exposições colectivas de artes plásticas com vídeo instalações. Participou na exposição colectiva “Soulèvements”, comissariada por George Didi-Huberman que circulou por vários países. Realizou documentários, curtas metragens de ficção, filmes experimentais e para peças de teatro, dança e música ao vivo.

Luís Urbano

Presente em A Cidade Branca

É arquitecto e docente da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP). Escreveu artigos e apresentou comunicações sobre as intersecções entre a arquitectura e o cinema em diversas publicações e conferências. Actualmente é editor e director da revista “JACK – Journal on Architecture and Cinema”. É autor do livro “Histórias Simples. Textos sobre Arquitectura e Cinema” (2013) e das curtas-metragens “Sizígia” (2012), “A Casa do Lado” (2012) e “Como se desenha uma casa” (2014).

Júlio Alves

Presente em Sacavém

Nasceu em Lisboa em 1971. Realizou vários filmes de curtas metragens de diferentes géneros e dois documentários de longa metragem. Finalizou recentemente o doutoramento em Ciências da Comunicação, da Universidade Lusófona de Lisboa com a tese “Cinema e Objetos”. Da tese fazem parte três filmes: Objetos Entre Nós, Casa Encantada e Sacavém, que o Close-up exibirá e que dialoga com o cinema de Pedro Costa.

António Gonçalves

Presente em Ensaio de um Crime

Licenciatura de Artes Plásticas na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Director artístico da Galeria Ala da Frente, V.N. Famalicão – desde 2015. Director artístico da Fundação Cupertino de Miranda V.N. Famalicão – de 2002 a 2018. Professor dos Cursos de Formação Contínua na Faculdade de Belas Artes do Porto, desde 2017. Professor Auxiliar na Escola Superior Artística do Porto extensão de Guimarães, de 2003 a 2014.

Ricardo Vieira Lisboa

Licenciado com mestrado em Matemática Aplicada e Computação, é também mestre em Cinema. É programador convidado de curtas-metragens no IndieLisboa desde 2013, e crítico de cinema no site À pala de Walsh. Realizou curtas-metragens experimentais e vídeo-ensaios que foram exibidos em festivais nacionais e internacionais. Recentemente integrou a equipa de programação da Casa de Cinema de Serralves.

Carlota Gonçalves

Presente em Susana

Doutoranda em Ciências da Comunicação na especialidade de Cinema e Televisão, na Universidade Nova de Lisboa. Fez o curso de Cinema (Realização) no Conservatoire Libre Cinéma Français e Civilização e Literatura Francesa na Sorbonne, em Paris. É programadora no IndieLisboa, integrando o comité de selecção de curtas-metragens. É professora de História de Cinema, Estética, Argumento e Escritas Criativas.

Natural de Vila Nova de Famalicão, onde estudou da primária ao secundário. Obteve uma licenciatura em Ciências da Comunicação na UTAD e em 2016 concluiu o mestrado em cinema na UBI. Fazedor de cerca de 150 vídeo-ensaios divididos entre Little White Lies, MUBI, Fandor e Sight and Sound. Alguns destes trabalhos foram exibidos em festivais portugueses e estrangeiros (Pálic e Roterdão), assim como na Cinemateca Portuguesa.

Margarida Cardoso

Curso de Imagem e Comunicação Audiovisual da Escola António Arroio. É professora do curso de Cinema, Vídeo e Comunicação Multimédia da Universidade Lusófona de Lisboa. Desde 1996 que realiza filmes de ficção e documentários, tendo sido premiada em 1999 no Festival de Locarno com a sua primeira longa metragem A Costa dos Murmúrios, a exibir no Close-up. Realizou outros filmes, com o tema da memória ligada a questões coloniais e pós-coloniais, como Natal 71, Kuxa Kanema - O Nascimento do Cinema e Yvone Kane.

Cristina Branco

Presente em The River

"Eva" constitui o título do mais recente álbum de Cristina Branco. O trabalho reafirma Cristina Branco como uma das mais importantes personalidades da música portuguesa dos últimos tempos. Ao longo da carreira já foi premiada pelo "Menina" (Melhor Disco de 2017 pela Sociedade Portuguesa de Autores) e nomeada para o Globo de Ouro de Melhor Intérprete Individual. Os espectáculos por toda a Europa multiplicam-se, o que reforça a sua notoriedade e a difusão do "fado-jazz".

Haarvöl

Presente em DJ set

Haarvöl é um projecto colectivo com três membros permanentes (Fernando José Pereira, João Faria e Rui Manuel Vieira) activo no campo da música electrónica experimental desde 2012. Tem na sua discografia nove álbuns em nome próprio (com edição inicial na PAD e depois, até ao presente, na Moving Furniture Records sediada em Amsterdam, mas, também, nas portuguesas Cronica Electronica e Amateur) e ainda várias colaborações, das quais se destaca a participação no álbum “Dream Sequences #1” com Jos Smolders e Machinefabriek. O último registo de originais é de Abril de 2020. Nas apresentações ao vivo têm privilegiado a possibilidade da instalação, com passagens pela Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra, Museu de Serralves, ou mais recentemente no festival italiano “Stazione Topolò” em Agosto de 2019.

Rodrigo Francisco

Formação superior nas áreas de Comunicação Social e Comunicação Audiovisual (Instituto Politécnico de Viseu e Faculdade de Ciências Sociais da Universidade de Salamanca). Pós-Graduação em Programação e Gestão Cultural (Instituto Politécnico do Porto). Programador e gestor cultural. Director do Cineclube de Viseu.