Convidados

com a presença

Ana Luísa Oliveira

Jornalista durante quase uma década, em 2014 começou a trabalhar na área da produção e argumento, na pesquisa de desenvolvimento de documentários. Co-realizou as curtas-metragens “Casas da Rua”, “2 Metros Quadrados”. Em 2017, no âmbito do Mestrado em Comunicação Audiovisual da ESMAD, co-realizou e produziu a curta-metragem “A Ver o Mar”, premiado no Curtas de Vila do Conde e no Cortéx Film Festival. Atualmente está a finalizar uma longa-metragem sobre o Ensino Doméstico em Portugal.

António Costa

Trabalha na Medeia Filmes desde 1991 e é actualmente o programador de Cinema do Teatro do Campo Alegre, no Porto. Foi também professor e trabalhou vários anos na editora Assírio & Alvim. Tem organizado ciclos de conferências e encontros com escritores. Colaborou, regular ou pontualmente, em algumas publicações.

Carlos Alberto Carrilho

Estudou Economia (UNL-FE), Pintura e Desenho (Ar.Co) e Artes Visuais (Maumaus). Desde 2008, colabora com a Maumaus na organização de publicações, filmes e exposições. Participa regularmente em conferências sobre cinema (MOTELX, Doclisboa, IndieLisboa, Cinemateca Portuguesa). É membro fundador do colectivo de programação White Noise e colaborador regular do site À pala de Walsh.

Carlos Natálio

Formado em Direito e em Cinema é também mestre em Ciências da Comunicação, encontrando-se a terminar doutoramento nessa mesma área. É membro fundador e editor do site de cinema À Pala de Walsh e mantém desde 2009 o seu blogue pessoal Ordet. Colabora com a associação Filhos de Lumière, em vários projectos europeus na área do cinema e pedagogia.

Carlos Nogueira

Depois de um percurso profissional variado, com passagens pela docência de História, nos últimos anos passou a dedicar-se exclusivamente à cinefilia. Entre as suas atividades contam-se a edição de O Cinéfilo Invertebrado, blog dedicado à cobertura de alguns festivais de cinema, a colaboração no suplemento Ípsilon do jornal Público e a curadoria. Participou no projeto Próximo Futuro organizado pela Fundação Gulbenkian e programou a Mostra de Cinema Ibero-americano no âmbito da iniciativa Passado e Presente - Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017.

Presente em O Prazer, Anoitecer
Constança Araújo Amador

É Mestre em Ilustração e Animação, Pós-Graduada em Gestão Cultural e Licenciada em Artes Plásticas, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Coordena os Projetos Educativos da Animar, da Solar e do Porto Post Doc. Trabalha na área do Serviço Educativo em Museus, desde 2009 e faz parte da equipa do Serviço Educativo do Museu de Arte Contemporânea de Serralves e do Centro de Arte da Oliva, em São João da Madeira.

Presente em Toy Story 4
Eduardo Brito

Mestrado em Estudos Artísticos, Museológicos e Curadoriais pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Entre a escrita, a fotografia e o cinema, os seus trabalhos têm explorado os temas verdade-ficção-memória, bem como a relação texto-imagem. Escreveu o argumento dos filmes O Facínora (Paulo Abreu, 2012), A Glória de Fazer Cinema em Portugal (Manuel Mozos, 2015), O Homem Eterno (Luis Costa, 2017) e Hálito Azul (Rodrigo Areias, 2018). Realizou as curtas-metragens Penúmbria (2016) e Declive (2018). O Close-up apresentará um panorama do seu trabalho, incluído duas curtas-metragens em ante-estreia.

Filipe Raposo

Pianista residente da Cinemateca Portuguesa desde 2004, tendo editado recentemente o DVD “Lisboa Crónica Anedótica” com música composta para o filme de Leitão de Barros. Enquanto compositor, arranjador e pianista, trabalha, desde 2001, com muitos dos principais nomes da música portuguesa: Sérgio Godinho, José Mário Branco, Fausto, Vitorino, Janita Salomé, Amélia Muge, Camané, Carminho, Maria João. Como pianista tem-se apresentado em vários festivais de jazz europeus, tendo até agora editado quatro discos em nome próprio: First Falls (2012), A Hundred Silent Ways (2013), Inquiétude (2015) e Ocre (2019).

Inês Lourenço

É crítica de cinema do jornal Diário de Notícias, autora da rubrica semanal “A Grande Ilusão” e da série de programas “Afinidades Electivas – Encontros do Cinema com a Literatura”, ambas na rádio Antena 2. É também colaboradora na publicação online Metropolis e do site especializado À pala de Walsh. Foi jornalista do programa Câmara Clara, da RTP2, e estagiou no núcleo de programação da Cinemateca Portuguesa. Tem textos publicados nos livros Paulo Rocha – As Folhas da Cinemateca (edição Cinemateca) e O Cinema Não Morreu: Crítica e Cinefilia À pala de Walsh (Linha de Sombra).

Isaque Ferreira

É uma das vozes mais assíduas nas ”Quintas de Leitura” do Teatro do Campo Alegre, no Porto. Coordena diversas propostas em que a poesia assume papel cimeiro, destacando-se os ”Ciclos de Música e Poesia” da Fundação Cupertino de Miranda e “três vozes transeuntes nas ruas da poesia” para o Correntes d’ Escritas, na Póvoa de Varzim”. É programador do ”REALIZAR:poesia”, evento anual de atitudes poéticas, em Paredes de Coura.

João Canijo

Foi estudante de História, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, entre 1978 e 1980, e entre 1980 e 1985, iniciou-se no cinema, tendo sido assistente de realização de Manoel de Oliveira, Wim Wenders, Alain Tanner ou Werner Schroeter. Três Menos Eu (1988) foi a sua primeira longa-metragem, entretanto seleccionada para o Festival de Roterdão daquele ano. Trabalhou esporadicamente como encenador, tendo dirigido peças de David Mamet e Eugene O'Neill. Realizou, entre outros, Sapatos Pretos (1998), Ganhar a Vida (2001), Noite Escura (2004), Mal Nascida (2007), Fantasia Lusitana (2010), Sangue do Meu Sangue (2011).

João Catalão

Artista e programador cultural responsável pela criação da Agenda Cultural da Casa do Professor de Braga em 2010, entre inúmeras actividades. Participou na concepção do Close-up e integra a equipa, na edição de textos da programação e gestão de debates.

Presente em Varda por Agnès
João Monteiro

Licenciado em História de Arte na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Em 2000 participou na fundação do Cineclube de Terror de Lisboa (CTLX) que inicia actividade no ano seguinte em ciclos à meia-noite no cinema King. Em 2007, o CTLX organiza a 1.ª edição do MOTELx - Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa cuja actividade se estende até ao presente. Realizou o documentário Nos Interstícios da Realidade – O Cinema de António de Macedo (2016).

Presente em Olhos sem Rosto, Mandy
Jorge Jácome

Em 2010 concluiu o curso de cinema na Escola Superior de Teatro e Cinema em Lisboa na área de Realização e Montagem e em 2016 concluiu a pós-graduação na Le Fesnoy – Studio National des Arts Contemporains. O seu trabalho assenta num processo fortemente intuitivo e sensorial resultando num cinema feito de derivas narrativas, relações improváveis e de encontros inusitados. A sua curta Flores foi distinguida no Hamburg International Short Film Festival com o Prémio do Júri Internacional para Melhor Curta Metragem e o Prémio do Público. O mais recente Past Perfect, a exibir no Close-up, estreou no Festival de Berlim e tem percorrido o mapa internacional de festivais.

José Marmeleira

Mestre em Comunicação, Cultura e Tecnologias da Informação (ISCTE), doutorando da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, no âmbito do qual prepara uma dissertação em torno do pensar que Hannah Arendt consagrou à arte e à cultura. Jornalista e crítico cultural independente em várias publicações (Ípsilon, suplemento do jornal Público, Contemporânea, Ler e Time Out Lisboa).

Luís Mendonça

Licenciado em Comunicação Social pela Universidade Técnica de Lisboa. Doutorando em Cinema e Televisão, com o apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). Co-fundador e com participação regular no site de cinema À pala de Walsh. Editou recentemente o livro “Fotografia e Cinema Moderno”.

Luís Miguel Oliveira

Licenciou-se em Comunicação Social pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Programador da Cinemateca Portuguesa e crítico do Jornal Público.

Luís Urbano

É arquitecto e docente da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP). Escreveu artigos e apresentou comunicações sobre as intersecções entre a arquitectura e o cinema em diversas publicações e conferências. Actualmente é editor e director da revista “JACK – Journal on Architecture and Cinema”. É autor do livro “Histórias Simples. Textos sobre Arquitectura e Cinema” (2013) e das curtas-metragens “Sizígia” (2012), “A Casa do Lado” (2012) e “Como se desenha uma casa” (2014).

Paulo Cunha

Doutor em Estudos Contemporâneos pela Universidade de Coimbra e docente na Universidade da Beira Interior, onde dirige o Mestrado em Cinema. É Coordenador Editorial da Aniki : Revista Portuguesa da Imagem em Movimento e programador do Cineclube de Guimarães e dos festivais internacionais de cinema Curtas Vila do Conde e Porto/Post/Doc. Tem escrito diversos textos a apresentado trabalhos em áreas como história e teoria do cinema, cinemas em português, cineclubismo e cultura cinematográfica, crítica do cinema e modos de produção.

Paulo Lima

Nascido e criado em Vila Nova de Famalicão, mudou-me para o resto do mundo para estudar cinema. Em 2014 licenciou-se pela Universidade da Beira Interior e fugiu para os Açores para fazer um filme. Realizou, entre outros, os filmes As Águas de Sua Mãe e Memória e Dicionário, que foram exibidos nos mais relevantes Festivais de Cinema em Portugal. Tem trabalhado em som em outros filmes e noutras disciplinas.

Paulo Mendes

Artista plástico de formação, comissário de exposições e produtor de projectos culturais. Fundador e membro da direcção da Plano Geométrico, associação cultural. Apresenta o seu trabalho individualmente e em colectivo desde o início da década de 90, tendo participado e comissariado numerosas exposições, independentes e institucionais. O seu trabalho caracteriza-se pela contaminação entre as várias disciplinas – o cinema, o design, a arquitectura, a música, o teatro a dança –, e pela diversidade de meios de suporte que cada projecto determina – a pintura, o desenho, a fotografia, o vídeo, a instalação e a performance.

Presente em Pedro, o Louco
Paulo Soares

Licenciado em Matemática Aplicada em Economia e Gestão e pós-graduado em Sistemas e Tecnologias de Informação para as organizações, tem-se destacado como cinéfilo e divulgador de notícias em plataformas digitais.

Pedro Oliveira

Arquitecto pela ESAP em 1999, destaca, entre outras actividades, as colaborações com o Núcleo de Experimentação Coreográfica desde 1993, a criação do Ciclo Cinema Coreografia de 2012 a 2014 e a colaboração no Município do Porto de 2014 a 2016 sob a vereação de Paulo Cunha e Silva.

Pedro Serrazina

Estudou arquitetura, que nunca exerceu, para se dedicar ao cinema de animação. A sua última curta Os Olhos do Farol combina personagens desenhadas com mar real e cenários pintados em tela, e foi premiada internacionalmente em mais de uma dezena de festivais. Estória do Gato e da Lua, o seu primeiro filme, estreou no festival de Cannes em 1996 e ganhou 15 prémios internacionais. Foi diretor do curso de licenciatura em Animation Arts na University for the Criative Arts, Maidstone, e é professor convidado da Universidade Católica do Porto e da Universidade Lusófona de Lisboa.

Pedro Tenreiro

Começa a passar discos em 81. Nas décadas seguintes passa por locais como o No Sense, a Indústria, o Aniki Bóbó, o Trintaeum, o Lux, o Frágil, os Maús Hábitos, o Passos Manuel, o Pitch, o Plano B, o Armazém do Chá ou o Café au Lait. Tem-se dedicado a fundo, desde o início dos anos 90, ao estudo das várias expressões da música negra, naquela que é, para si, a sua idade de ouro – desde a segunda metade dos anos 50 ao princípio dos 80. Jazz, Rhythm & Blues, Soul, Funk, Disco e Boogie têm um peso importante na sua imensa colecção, actualmente reflectida na rubrica diária que assina na Antena 3: Poder Soul.

Presente em DJ Pedro Tenreiro
Ricardo Vieira Lisboa

Licenciado com mestrado em Matemática Aplicada e Computação, é também mestre em Cinema. É programador convidado de curtas-metragens no IndieLisboa desde 2013, e crítico de cinema no site À pala de Walsh. Realizou curtas-metragens experimentais e vídeo-ensaios que foram exibidos em festivais nacionais e internacionais. Recentemente integrou a equipa de programação da Casa de Cinema de Serralves.

Rodrigo Areias

Licenciado em Som e Imagem pela Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa. Fundou a Bando à Parte, que produziu filmes de Edgar Pêra, João Canijo, F. J. Ossang, André Gil Mata e Jorge Quintela. Foi responsável pela produção de cinema de Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura. Realizou várias curtas e longas-metragens, das quais destacamos Corrente (2008), Estrada de Palha (2011), 1960 (2012), Ornamento e Crime (2015) e Hálito Azul (2018), que será exibido no Close-up.

Presente em Hálito Azul
Sara Santos

Licenciada em Cinema Documental pela Escola Superior de Tecnologia de Abrantes e é mestre em Comunicação Audiovisual pela Escola Superior de Media Artes e Design. Teve o seu filme “SABA” (2014) premiado nos festivais de Cinema Lisbon & Estoril Film Festival e Encontros de Cinema de Viana. Mais recentemente, tem vindo a construir o seu “olhar” como diretora de fotografia em projetos documentais, tais como “A Ver o Mar” (2018) e “Lar Doce Escola” (2019). Numa dinâmica colaborativa e multidisciplinar, tem desenvolvido projetos focados na inserção do cinema em contexto educativo e sociocultural.

Tânia Leão

Investigadora do Instituto de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (IS-FLUP). Doutoranda (FCT) em “Públicos de Festivais de Cinema em Portugal: Um Estudo Comparado”.

Presente em Mur Murs
Tiago Baptista

Diretor do Arquivo Nacional das Imagens em Movimento, o centro de conservação da Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema. Doutorado em Film and Screen Media pela Universidade de Londres (Birkbeck College), é investigador integrado do Instituto de História Contemporânea-NOVA FCSH e docente da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa. Escreveu vários artigos e livros sobre a história do cinema português.

Vasco Câmara

Licenciado pela Faculdade de Direito de Lisboa. Crítico de cinema do Jornal Publico e editor do suplemento Ipsilon.

Presente em O Prazer, Anoitecer
Mão Morta

Formados em Novembro de 1984 por Joaquim Pinto, Miguel Pedro e Adolfo Luxúria Canibal, construíram um dos percursos mais sólidos e revelantes do rock nacional, com a edição de 12 álbuns de estúdio e 7 ao vivo, entre os quais “Corações Felpudos” (1990), “Mutantes S.21” (1992), “Müller no Hotel Hessischer Hof” (1997), “Há Já Muito Tempo que Nesta Latrina o Ar se Tornou Irrespirável” (1998), “Primavera de Destroços” (2001), “Nus” (2004), “Pelo Meu Relógio São Horas de Matar” (2014), que deambulam entre géneros como o punk rock, metal, ou industrial. Em 2019 Mão Morta cria um espectáculo de dança contemporânea, "No Fim Era o Frio", com 6 bailarinos, sendo também o título do seu novo álbum de originais, que acabaram de editar e se junta assim aos outros 19 álbuns da sua discografia, grande parte deles sistematicamente incluídos nos diversos balanços dos melhores discos de sempre da música portuguesa. Em resposta à encomenda do Close-up, os Mão Morta estreiam na Casa das Artes de Famalicão a banda sonora para o filme A Casa na Praça Trubnaia, com mais de 80 minutos de música composta para esta apresentação, que entrará para o seu património de históricas apresentações ao vivo.

Orquestra Jazz de Matosinhos

Criada em 1999 com o apoio da Câmara Municipal de Matosinhos, é um laboratório permanente. Não esquece a tradição das grandes big bands do passado, mas promove continuamente a criação, a investigação, a divulgação e a formação na área do jazz, cruzando a ambição internacional com o sentido de responsabilidade local. Constituindo uma autêntica orquestra nacional de jazz, apresenta repertórios de todas as variantes estéticas e de todas as épocas do jazz, assumindo-se como um fórum alargado de compositores e músicos, lançando pontes, estabelecendo parcerias e produzindo um repertório nacional específico para big band contemporâneo, versátil e diverso. Dirigida por Pedro Guedes e Carlos Azevedo, tem colaborado com nomes tão diversos como Maria Schneider, Carla Bley, Lee Konitz, John Hollenbeck, Jim McNeely, Kurt Rosenwinkel, João Paulo Esteves da Silva, Carlos Bica, Ingrid Jensen, Bob Berg, Conrad Herwig, Mark Turner, Rich Perry, Steve Swallow, Gary Valente, Dieter Glawischnig, Stephan Ashbury, Chris Cheek, Ohad Talmor, Joshua Redman, Andy Sheppard, Dee Dee Bridgewater, Maria Rita, Maria João, Mayra Andrade, Manuela Azevedo, Sérgio Godinho, Manuel Cruz, Fred Hersh, Rebecca Martin, Peter Evans, Fay Claassen entre muitos outros.