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O Tempo é a perspectiva que escolhemos como mote para a quarta edição do Close-Up. O Tempo que passa e o Tempo do Cinema. Do Observatório, cenário para múltiplos olhares, a história desenrola-se perante os nossos olhos, e o Cinema, como máquina que permite deslocamentos no tempo.

Nesta terceira e última réplica do terceiro episódio, com o quarto episódio no horizonte de Outubro, promovemos o cruzamento e encontro de vários públicos, com três propostas: percurso diarístico por locais e emoções de Dídio Pestana em SOBRE TUDO SOBRE NADA, um portal no tempo de aventura e fantasia em MIRAI numa sessão para famílias e o fecho das Histórias do Cinema do gigante Mizoguchi, que vimos olhando desde Outubro passado, com A MULHER DE QUEM SE FALA.

O mais recente filme de João Salaviza e Renée Nader Messora é o destaque desta segunda réplica, que continua a apresentar produção da América Latina (em destaque em Outubro passado) e a dialogar com escolas, com programação do 1.º ciclo ao ensino secundário.

De 13 a 20 de Outubro, em vários espaços da Casa das Artes, projectou-se o terceiro episódio do CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Famalicão, com 40 sessões comentadas, sob o mote do Lugar, cruzando cinema contemporâneo com trilhos pela história do Cinema.

O Close-up fundou-se na Memória, razão primordial do Cinema, com apadrinhamento de Abbas Kiarostami. O segundo episódio fez-se da ampla Viagem que nos trouxe ao Lugar, como se o olhar projetado naquela estrada fílmica do cartaz da edição anterior adivinhasse no horizonte o mote desta edição do Observatório de Cinema: o lugar como respiração, com todos os ritmos, quebras e tensões que acompanham a circularidade espácio-temporal.

A secção Fantasia Lusitana, dedicada à produção portuguesa, destacou neste segundo episódio, que arrancou em Outubro passado e se estendeu até a esta terceira réplica (ver www.closeup.pt), as mulheres-cineastas, onde encontramos Rita Azevedo Gomes e Teresa Villaverde, cinema no feminino com percurso largo e consistente e com filmes recentemente estreados em sala.

De 14 a 21 de Outubro, em vários espaços da Casa das Artes, projectou-se o segundo episódio do CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão, com 40 sessões comentadas de cinema contemporâneo e com trilhos pela história do Cinema.

De 14 a 21 de Outubro, em vários espaços da Casa das Artes, projectou-se o segundo episódio do CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão, com 40 sessões de cinema contemporâneo e com trilhos pela história do Cinema, sob o mote da Viagem, incluindo filmes-concerto em estreia, filmes comentados (por realizadores, jornalistas, investigadores e programadores), sessões especiais, filmes e workshops para escolas e para famílias.

Na noite do dia 14 de Outubro, estreamos o filme-concerto O Homem da Câmara de Filmar pelos Sensible Soccers. Reputados pelas vibrantes actuações ao vivo e com uma discografia onde se exploram melodias pop e estruturas electrónicas, os Sensible Soccers dialogarão com um dos objectos mais vanguardistas do cinema russo do fim dos anos 20, o apogeu da câmara-olho e da montagem protagonista, pelo cineasta Dziga Vertov.

No documentário preparatório do filme Nostalgia, o poeta Tonino Guerra conta a Andrei Tarkovsky a história de um professor de artes que pedia aos seus alunos que desenhassem uma circunferência tendo na outra mão uma esfera de ferro.

12 e 13 de Maio. A terceira e última réplica do primeiro episódio do Close-up apresenta o monumento SHOAH, peça fundamental da secção Noite e Nevoeiro: 70 Anos de Imagens do Holocausto. Haverá uma introdução ao filme por José Marmeleira, crítico cultural (Público, Ler, Time Out) e doutorando FCT, onde trabalha numa dissertação em torno do pensar que Hannah Arendt consagrou à arte e à cultura.

Nos últimos dias de Outubro passado projetou-se o 1.º episódio do Close-up – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão, com 25 sessões comentadas de cinema contemporâneo e com trilhos pela história do Cinema, dispostas em oito secções, incluindo sessões para escolas e para famílias.

Nos dias 13 e 14 de Janeiro dispõe-se a primeira réplica do Observatório de Cinema, que pretendemos intervaladas de dois meses, incluindo a realização de duas sessões para escolas, com uma extensão do Cinanima (na sua 40.ª edição) para o pré-escolar e 1.º ciclo e a exibição de The Kid, um incontornável Chaplin, para os alunos do 2.º e 3.º ciclos.

Usando como influência o cinema de Abbas Kiarostami, cuja obra influenciou toda uma geração e ajudou a diminuir a ponte entre o cinema de autor e o espectador, delineamos a produção de um pequeno filme que corporizasse o legado deixado pelo cineasta no nosso meio.

António Coelho, o protagonista do filme GESTO, e que por estes dias estuda cinema (como ambicionava no filme), estará presente na projecção para escolas, no dia 28 de Outubro, às 10h00, no Grande Auditório da Casa das Artes de Famalicão.

CHANT portraits 60 minutos para um retrato em movimento. Três rostos, um longo tempo de exposição, um espaço saturado de imagem-tempo. No início é apenas frontalidade, a extensão do olhar num longo tempo de exposição, entre o tempo de uma canção e o tempo de um retrato.